"A tarde já morreu nesta varanda" - Raquel Tavares

“A tarde já morreu nesta varanda
As sombras que se alongam vão morrer
Depois da tarde surge a noite branda
Ao certo tudo surge sem se ver
Tal como a madrugada me surgiu
Surgiste como um beijo arrematado
Por alguém que chegou e que partiu
De mim, p’ra mim em mim ficou parado
Alguém que certamente me advinha
No antes dos dizeres que nunca digo
Que trazes o mar nos braços à noitinha
E tem o meu corpo inteiro como abrigo
Por ver em cada noite uma viagem
Como àgua que a saudade me alivia
Eu quero estar contigo nesta margem
E fico na varanda até ser dia”
As sombras que se alongam vão morrer
Depois da tarde surge a noite branda
Ao certo tudo surge sem se ver
Tal como a madrugada me surgiu
Surgiste como um beijo arrematado
Por alguém que chegou e que partiu
De mim, p’ra mim em mim ficou parado
Alguém que certamente me advinha
No antes dos dizeres que nunca digo
Que trazes o mar nos braços à noitinha
E tem o meu corpo inteiro como abrigo
Por ver em cada noite uma viagem
Como àgua que a saudade me alivia
Eu quero estar contigo nesta margem
E fico na varanda até ser dia”
Música: Fernando Macedo de Freitas
Letra: Diogo Clemente


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